LRM Prof. Mantovani ← Aulas da disciplina

🗄️ Prática 3 · Serviços e portas

Um servidor Linux de verdade e dois clientes sem endereço. Você liga o DHCP, o DNS e o servidor web, vê o DORA, o aperto de mão do TCP e o RST de uma porta fechada — e termina escrevendo o seu próprio serviço com nc.

📘 Retoma as aulas 5, 6 e 11🖥 3 máquinas Linux✅ 9 passos conferidos sozinhos🛠 5 defeitos para consertar
💡
Clique em ▶ Ligar o laboratório: a primeira vez baixa ~10 MB (depois fica em cache) e as três máquinas sobem em uns 20 segundos, com o boot do kernel aparecendo nos terminais. Siga o roteiro à direita: os botões escuros digitam o comando na máquina certa, mas você também pode digitar à vontade. Cada passo fecha sozinho quando a máquina fica do jeito pedido. Use um computador: no celular, três máquinas virtuais ficam pesadas.
Como esta bancada funciona por dentro (o que é real e o que é da página)

Real: cada máquina é um kernel Linux 4.16 com busybox, emulado em WebAssembly (v86) — o mesmo do Terminal Linux de Sistemas Operacionais. Os servidores são os do busybox: udhcpd (DHCP), dnsd (DNS) e httpd (web); os quadros da captura são os bytes que as placas de rede emuladas transmitiram.

Da página: o switch e os cabos. E as reservas do DHCP: cada máquina virtual ganha um MAC sorteado a cada boot, então a página lê o MAC do pc1 e do pc2 e escreve as linhas static_lease no /etc/udhcpd.conf do srv — por isso o pc1 e o pc2 sempre recebem 10.0.0.101 e 10.0.0.102, e os comandos prontos podem usar esses endereços. A página também conversa com cada máquina por uma segunda porta serial (invisível nos terminais) para dar o nome, preparar e conferir os passos.

Diferenças honestas: a placa emulada não avisa quando o cabo é cortado (numa placa real o ip link mostraria NO-CARRIER), e o IPv6 vem desligado para a captura mostrar só o que a aula discute. Nada sai do seu computador: fechar a aba descarta as máquinas.