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📡 Prática 2 · Roteadores de verdade

Dois PCs em redes diferentes e, entre eles, dois roteadores Linux de verdade. Você monta o caminho rota por rota — gateway, encaminhamento, ida e volta — e segue o mesmo pacote trocando de MAC e perdendo TTL a cada salto.

📘 Retoma a aula 12 (e a 5)🖥 4 máquinas Linux✅ 10 passos conferidos sozinhos🛠 5 defeitos para consertar
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Clique em ▶ Ligar o laboratório: a primeira vez baixa ~10 MB (depois fica em cache) e as quatro máquinas sobem em uns 20 a 30 segundos, com o boot do kernel aparecendo nos terminais. Siga o roteiro à direita: os botões escuros digitam o comando na máquina certa, mas você também pode digitar à vontade. Cada passo fecha sozinho quando a máquina fica do jeito pedido. Use um computador: no celular, quatro máquinas virtuais ficam pesadas.
Como esta bancada funciona por dentro (o que é real e o que é da página)

Real: cada máquina é um kernel Linux 4.16 com busybox, emulado em WebAssembly (v86) — o mesmo do Terminal Linux de Sistemas Operacionais. O ip, o ping, o ARP e as tabelas são os do kernel; os quadros da captura são os bytes que as placas de rede emuladas transmitiram.

Da página: os cabos. O emulador dá uma placa de rede por máquina, então cada roteador usa a mesma eth0 nas duas redes (o segundo endereço aparece como eth0:1); é a página que leva cada quadro só para a rede certa — o papel que duas portas, ou duas VLANs, fariam num roteador real. A página também conversa com cada máquina por uma segunda porta serial (invisível nos terminais) para dar o nome, preparar e conferir os passos.

Diferenças honestas: a placa emulada não avisa quando o cabo é cortado (numa placa real o ip link mostraria NO-CARRIER), e o IPv6 vem desligado para a captura mostrar só o que a aula discute. Nada sai do seu computador: fechar a aba descarta as máquinas.